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Autor do projeto apelidado de “cura gay”, Dep. João Campos diz que esperava aplausos de homossexuais; Entenda a proposta
O autor do projeto apelidado de “cura gay”, deputado federal João Campos (PSDB-GO), afirmou que a proposta não pode ser chamada de cura porque seu propósito é oferecer igualdade perante a lei.
Campos disse ainda que achava que a comunidade homossexual apoiaria sua iniciativa: “Até pensei, quando apresentei esse projeto, que teríamos os aplausos inclusive dos ativistas do segmento LGBT. Porque nesse projeto, uma das finalidades é a gente resgatar a premissa inicial do artigo 5º da Constituição, de que todos são iguais perante a Lei. E essa resolução do Conselho Federal de Psicologia ofende esse princípio na medida em que discrimina o homossexual e não dá o mesmo tratamento ao heterossexual”, afirmou o deputado, segundo informações da coluna Poder Online, do portal Ig.
“Estranhamente [os ativistas LGBT] se colocaram contra”, lamenta o deputado. O texto do Projeto de Decreto da Câmara (PDC) 234, há a proposta de derrubar a resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que proíbe psicólogos de atenderem homossexuais que busquem ajuda profissional para mudar sua orientação sexual. “No PDC 234 defendo a autonomia do profissional de psicologia. A resolução do CPF ofende o inc. XIII do artigo 5º da CF [Constituição Federal]”, diz João Campos, que faz parte da bancada evangélica na Câmara dos Deputados.
Os artigos 3 e 4 da resolução nº 1/1999 do CFP dizem textualmente que os profissionais não podem propor “tratamento e cura das homossexualidades”, mas não proíbe o contrário:
Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.Art. 4º – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.
“Os ativistas gays denominaram o PDC 234 de cura gay tentando desqualificá-lo e desacreditá-lo para que fosse rejeitado. Não conseguiram”, disse Campos, lembrando da recente aprovação do projeto pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). “A Resolução do CFP trata psicólogos e homossexuais como cidadãos menores. Desrespeita-os. A decisão da CDHM corrige isso”, escreveu o deputado em seu perfil no Twitter.
Jovens brasileiros confiam mais em Deus que no governo
Durante a pesquisa, 53% dos entrevistados disseram que suas vidas melhoraram pelo próprio esforço, 31% atribuem a mudança a Deus, 11% à família e apenas 2% ao governo.
Foi esta melhora de vida que teria feito com que os jovens se revoltassem com o governo. “Só agora, em um estágio de maior número de empregos formais, o brasileiro passa a ter o imposto retido na fonte e sente o leão no bolso”, lembra Meirelles.
Pagando mais impostos, os jovens passam a exigir o destino adequado para estes valores. O diretor da Data Popular nota que antes eles viam esses serviços como “favor do Estado” e agora como “uma obrigação”, exigindo então a melhoria dos serviços.
Foram 1.502 pessoas entrevistadas que já mostravam a insatisfação com os representantes políticos, como observa Renato Meirelles, presidente do Data Popular. “Pelo que vimos na pesquisa, eles têm a sensação de que não estão – ou no caso, não estavam – sendo ouvidos”, disse.
A falta de confiança no governo e na justiça brasileira também foi abordada pela pesquisa, 75% dos entrevistados não confiam nos parlamentares e 59% não confiam na justiça.
Por outro lado, 65% dos jovens que responderam a pesquisam dizem que podem mudar a própria história através das urnas, na hora do voto. “Há um anseio de assumir para si essa insatisfação, de ser protagonista da própria história, mas fazendo isso por meio das urnas”, afirma o pesquisador. Com informações BBC.
Fonte: Gospel Prime
Feliciano fala sobre aprovação do PDC 234 e critica ministra
O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) negou nesta quarta-feira (19) que a aprovação do PDC 234/2011, chamado pejorativamente de ‘cura gay’, tenha sido uma provocação às manifestações que tem acontecido em todo o Brasil.
“Não tem nada a ver com as manifestações. O projeto estava para ser votado há dois anos, e o projeto estava sendo votado há dois meses. Isso é regimental”, disse ele.
Sobre as críticas que voltou a receber por conta de sua permanência na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o deputado disse que elas fazem parte de um país democrático como é o Brasil.
O parlamentar também comentou sobre a promessa feita pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, que prometeu impedir que o projeto de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO) seja aprovado nas próximas etapas.
A ministra chegou a dizer que o PDC 234 “é um retrocesso”. “Somos cientes da responsabilidade de dialogarmos mais para que o projeto não venha a ser aprovado”, disse Maria do Rosário.
Mas Feliciano pediu para que a ministra fique atenta, pois no próximo ano teremos as eleições presidenciais. “A ministra falar que vai colocar toda máquina do governo para impedir um projeto. Acho que ela está mexendo onde não devia, senhora ministra juízo, fale com a sua presidente porque o ano que vem é político”.
O deputado também falou que o governo sempre tenta barrar os projetos. “É o jogo político”, explicou ele lembrando que outras propostas já sofreram a interferência do governo.
Fonte: Gospel Prime
Conheça os trabalhos da Sepal com índios e pescadores
A Sepal (Servindo Pastores e Líderes) presta apoio a muitas ações missionárias no Brasil, entre elas a MEVA (Missão Evangélica da Amazônia) que promove atividades com tribos indígenas.
A equipe da MEVA é formada exclusivamente por médicos e dentistas que saem pelas tribos indígenas para prestar atendimento de saúde e levar o Evangelho de Jesus Cristo.
Os voluntários são recrutados pelo do Ministério Daniel Schimenes, em São Paulo, que aceitam ficar de uma semana a quinze dias em cada tribo, sendo que em muitas delas o português não é uma língua falada.
O custo desse trabalho é bem alto, principalmente pela estrutura que é necessária para os atendimentos médicos e odontológicos. Fora isso as diferenças culturais também dificultam as ações, mas não intimidam os missionários, como o próprio Daniel comenta.
“A mudança não é radical e nosso objetivo não é mudar a cultura das tribos. Mas é bom ver, por exemplo, que homens indígenas, antes com comportamento agressivo, passaram a tratar melhor as suas mulheres e filhos”, afirmou o dentista.
Schimenes realiza há 11 anos um trabalho semelhante que atende a seis vilas de pescadores que moram em Cananeia, divisa entre os Estados de São Paulo e Paraná. “Fazemos trabalhos com crianças, evangelismo pessoal, atendimento médico e dental, construção de casas e quadras multifuncionais, além de projetos de auto sustentabilidade. Também reformamos escolas, visitamos casas e compartilhamos o amor de Deus num lugar muito bonito, porém carente”, disse.
Esses trabalhos possuem um alto custo e contam com apoio da Sepal para serem realizados. “Os recursos são limitados para a realização de nossas ações, mas ainda assim, não nos desanimamos de seguir com nosso trabalho e de transmitir o evangelho de maneira clara”.
Ao longo desses anos mais de 72 equipes foram enviadas para Cananeia, somando mais de 1000 voluntários que, amparados pela MEAP (Missão Evangélica de Assistência aos Pescadores) tiveram acesso à região e puderam cumprir com a missão de evangelizar e cuidar da saúde da população.
Esposa de Marcos Pereira é indiciada por desmentir acusação de estupro
Nesta quarta-feira (12) a polícia indiciou Ana Madureira da Silva, esposa do pastor Marcos Pereira, por denunciação caluniosa. Ana teria dado um depoimento dizendo que fora estuprada por seu esposo e depois assinou uma representação em cartório e gravou um vídeo desmentindo.
O delegado que cuida do caso, Márcio Mendonça, da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), confirma que a esposa do fundador da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) prestou depoimento acusando seu esposo de abusar sexualmente dela.
Mas na gravação postada no dia 8 de maio pela conta da ADUD no Youtube, Ana nega que tenha feito tal afirmação. Naquele dia Marcos Pereira estava sendo transferido do DCOD para a penitenciária de Bangu 2, no Rio de Janeiro.
Em seu depoimento, Ana Madureira da Silva diz estar “extremamente aborrecida” com as notícias de que ela seria uma das vítimas de estupro de seu esposo.
“Eu quero dizer que isto é mentira. Ele não me estuprou. Estou cansada dessas galhofadas”, disse ela.
Outros envolvidos no caso já gravaram vídeos desmentindo as denúncias feitas e acusando o ex-pastor da ADUD Rogério Menezes, e funcionários do AfroReggae de forçarem o depoimento dessas pessoas.
Elisângela, uma das mulheres que denunciou Marcos Pereira de estupro, e Marcio Nascimento pai e esposo de supostas vítimas também gravaram vídeos dizendo que não houve crime e que eles foram induzidos a prestar a falsa denunciação. Com informações Terra.
Assista:
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